top of page

Das coisas bonitas, tratamos como raridade

há 19 horas
1 min de leitura
Estação Kafé, em Santa Cruz do Rio Pardo
Estação Kafé, em Santa Cruz do Rio Pardo

O Passado é uma roupa que não nos serve mais. Assim cantava Belchior na canção Velha Roupa Colorida. Esta ideia de impermanência, provavelmente inspirada em Heráclito (que dizia que não podemos nos banhar duas vezes no mesmo rio), acompanha o cronista em sua jornada de relatar o cotidiano. É só pensar nas inúmeras coisas que ficam para trás, em desuso, até o dia que nos damos conta delas e as destinamos para os seus fins. Das coisas bonitas, tratamos como raridade (como na foto, em que o autor posa ao lado de um Ford Classic Deluxe, da década de 1940). Das que não fazem muito sentido, transformamos-as em crônicas.

 
 
 

Posts Relacionados

A chave perdida

Quando se encontra a chave perdida não se trata apenas do objeto, com ela está a solução. Quem já perdeu uma chave sabe que é preciso ter humildade, desfazer-se da soberba e reconhecer que a resolução

 
 
 

Comentários


fav (1).png

©2026 por jordino.com.br

Assine a newsletter Jordinalismo  e receba as novidades

Prontinho. Obrigado!

bottom of page